A ONG Transparência Internacional divulgou nesta semana um relatório para mostrar como as maiores empresas do Brasil estão evoluindo em seus padrões de transparência e de combate à corrupção. Referência mundial, o estudo que revela a transparência em relatórios corporativos é uma das mais importantes publicações da Transparência Internacional.

A pesquisa “Transparência em Relatórios Corporativos: As 100 maiores empresas e os 10 maiores bancos brasileiros” avalia o quão transparentes são as 100 maiores empresas e os 10 maiores bancos brasileiros em relação às informações que publicam com base em três dimensões: programas anticorrupção, estrutura organizacional e divulgação de informações financeiras por país. Veja os detalhes do estudo no site da Transparência Internacional.

De acordo com a Transparência Internacional, a divulgação do ranking estimula as empresas a adotarem padrões cada vez mais elevados de transparência. O segundo objetivo é que estes compromissos anticorrupção possam ser conhecidos e cobrados pelo mercado e a sociedade em geral.

“Quando uma empresa divulga em detalhes seu programa anticorrupção, assume um compromisso público: qualquer stakeholder (funcionário, cliente, investidor, regulador) terá elementos para verificar se a promessa está sendo levada adiante e exercer pressão para que isso de fato ocorra”, diz a Transparência em seu relatório.

ONG Transparência Internacional reforça necessidade de transparência no combate à corrupção

Odebrecht tem nota máxima na transparência de Programa Anticorrupção

No índice geral abrangendo as dimensões dos programas anticorrupção e da transparência organizacional, a média entre as empresas brasileiras avaliadas foi de 5,7, numa escala de 0 a 10. A Odebrecht foi uma das nove empresas que tiraram nota máxima na transparência de Programa Anticorrupção, ficando com uma média pontuação de 7,5, o que colocou o Grupo em 29º lugar do ranking geral.

“Os resultados no quesito Programa Anticorrupção mostram uma evolução marcante das empresas brasileiras comparadas a empresas multinacionais dos mercados emergentes. Outros resultados mostram também que ainda é preciso evoluir em aspectos como a transparência organizacional e os dados financeiros por país de atuação”, afirma Sérgio Leão, diretor de Sustentabilidade da Odebrecht S.A. e responsável pela divulgação do Relatório Anual do Grupo com base nas diretrizes do GRI.





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